5 arrependimentos que as pessoas têm no fim da vida⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀2 min de leitura

5 arrependimentos que as pessoas têm no fim da vida⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀2 min de leitura

E se você morresse amanhã? Do que se arrependeria?

Antes de seguir lendo este artigo, pedimos que pense seriamente sobre o assunto.

Bronnie Ware, 54 anos de idade, foi uma enfermeira australiana que trabalhou anos com cuidados paliativos de pacientes terminais. Com o acúmulo de experiências vividas em ambientes hospitalares, Bronnie escreveu um livro com confissões e memórias deste trabalho, analisando o que tantas pessoas têm em comum ao final da vida. Em 2012, ela lançou o livro “The Top Five Regrets of the Dying” Os 5 principais arrependimentos que as pessoas têm antes de morrer, traduzido para diversos idiomas.

Para ter uma prévia deste emocionante livro, hoje trouxemos a lista desses arrependimentos.

Antes de seguir lendo esse texto, que tal dar o play na música que selecionamos para você se inspirar?


1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver a vida que eu queria, não a vida que os outros esperavam que eu vivesse.”

Muitas vezes, ficamos presos a opiniões alheias sobre o nosso modo de viver. Diante ao fato de querermos agradar sempre aos outros, acabamos vivendo no automático, com sonhos e desejos trancados em uma gaveta.

2. “Eu gostaria de não ter trabalhado tanto.”

Precisamos trabalhar para termos uma vida digna e alcançarmos nossos objetivos profissionais e financeiros. Entretanto, às vezes vale a pena darmos uma pausa para investirmos o tempo ao lado de quem amamos.

3. “Eu queria ter tido a coragem de expressar meus sentimentos.”

Sejam sentimentos bons, ou ruins, quando eles não conseguem ser externalizados, sufocamos.

4. “Eu gostaria de ter ficado em contato com os meus amigos.”

Assim como qualquer relacionamento, amizades também demandam tempo e dedicação. Não deixe de enviar uma mensagem, e estar em constante contato com aqueles que realmente fazem a diferença na sua vida.

5. “Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz.”

Dizem que felicidade é uma escolha e ela não é sobre uma conta “gordinha” no banco ou sobre quantos países já visitou. É sobre experiências e memórias vividas ao lado de quem se ama.

Não deixe chegar ao fim da vida para que seus últimos dias de arrependimentos venham à tona: você pode começar a promover a mudança que tanto sonha a partir de agora. É preciso conversar – e viver sinceramente a todo momento, não somente nos seus últimos dias.

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